O que é a computação em nuvem?

Olá caro leitor!

Antigamente muitos usuários estavam habituados a guardar dados e aplicações em discos locais. Outros usuários um pouco mais atualizados, armazenavam no email arquivos de textos e pequenas imagens para uso em outros lugares. Mas de repente, chegou uma proposta inovadora. Uma ferramenta capaz de armazenar os mais diversos tipos de arquivos e programas em sua própria pasta na nuvem computacional. Conheça um pouco mais sobre a história da tecnologia que está revolucionando o compartilhamento de arquivos.

Como surgiu o conceito de computação em nuvem?

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O surgimento do conceito Computação em nuvem apareceu a primeira vez em meados de 1997, em uma palestra acadêmica ministrada por Ramnath Chellappa (PhD em Gestão de Informações, riscos e operações na Goizuetta Business School). Porém foi associado ao nome de John MCcarthy (Cientista da computação e professor da university of Stanford, vencedor do premio Turing de 1971 com o tema: “O estado atual da investigação em Inteligência Artificial”). Em 1960, ele disse que “a computação pode algum dia ser considerada como uma utilidade pública.”

A computação em nuvem é realmente vantajosa em relação ao armazenamento local?

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Podemos dizer que as vantagens do armazenamento em nuvem são inúmeras. Se somado ao armazenamento local, teremos um método eficaz de backup de dados junto ao alto nível de segurança fornecido pelos gerenciadores de Cloud Computing.
Assim como várias aplicações na internet, as nuvens possuem servidores – um conjunto de discos rígidos interligados à rede  –  que são capazes de realizar o armazenamento de acordo com o serviço contratado.
Mas não para por ai, um dos maiores atrativos da computação em nuvem – voltada para as empresas – é sem dúvida a economia e manutenção. Com a inserção de aplicações em nuvem em uma empresa, o custo de infraestrutura local diminui bastante, pois será praticamente desnecessário o uso de servidores locais.

Fato interessante: A Empresa Microsoft possui 20 Data Centers distribuídos pelo mundo, vencendo o Google que possui apenas 13 Data centers ainda.

 

Posso deixar meu disco rígido de lado e utilizar apenas a nuvem?

Apesar dessa promissora tecnologia crescer diariamente, ela ainda deve trabalhar em dupla com a armazenagem local. Um exemplo é o Chromebook que conta com um disco rígido de  apenas 16GB e o sistema operacional Chrome OS utilizando aplicações totalmente integradas com o Cloud computing do Google. Apesar da ótima idéia o Chromebook é altamente dependente de conexão de rede.

Vale a pena investir nessa área?

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Hoje em dia podemos constatar que uma das principais necessidades das empresas é a economia e sustentabilidade. Com o constante avanço do uso da computação em nuvem, grande parte dos servidores locais deixarão de existir, gerando assim uma economia maior na energia do local e menor demanda para o atendimento service desk.
Então é isso amigo leitor, não deixe de curtir a nossa página no Facebook. Um grande abraço e até a próxima!

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